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Ultimamente tenho falado muito de processo, por não ter nenhum software (como o Publi) em meu computador, fico aleatório em muitos dos processos que acontecem na agência. Até aí sem problema, mas quando o planner se envolve, é necessário que ele tenha controle, afinal, não é só o nome na ficha técnica que importa.

A questão não é ter ou não o Publi, foi só um exemplo, o essencial era ter um software como o Publi para os procesos do planejamento (caso tenha, desconsidere a ignorância e avisem-me por comentário) quando eles estão em andamento. Não adianta criarmos um nosso se ninguém o respeita e nem ao menos tenta ver/saber do que se trata. É complicada a situação.

Outra coisa errada é o atendimento escrever o brief, se na teoria é o planner quem faz as escolhas através de estudos e constatações, por qual motivo é o atendimento quem escreve? Nunca entendi.

O ideal, segundo a ótima Amanda Felício, diretora de planejamento da Leo Burnett Brasil, o ideal era acontecer o processo abaixo:

Processo interno de agências publicitários, proposto por Amanda Felício (Diretora de planejamento da Leo Burnett Brasil)

Na agência que está, faz isso? Parabéns, sinta-se um privilegiado.

Agora se onde trabalha, não tem setores de planejamento e/ou de mídia, é a hora de nomear algumas pessoas como estratégistas e melhorar o seu rendimento, tanto criativo como financeiro.

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