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Muitos não sabem, mas fui impulsionado a ter um blog pessoal devido a dicas de grandes profissionais quando perguntados “quais conselhos você da para aqueles que estão começando?” considero-me em inicio de carreira e, claro, tanto aceitei a recomendação que comecei esse blog.

A paixão por internet já havia acontecido há muitos tempos, lembro-me de que meu primeiro blog nasceu em 2001, com meus solitários 11 anos, eu encarava aquilo como um diário virtual, ou seja, a tradução mais tosca para blog. Hoje as coisas mudaram.

Já repararam quantos blogs sobre publicidade existe por aí? Só eu acesso mais de 5 todos os dias com a finalidade de estar atualizado sobre o mercado. Vou te confessar que muitas coisas são repetidas, também, quem tem tempo de acessar 5 blogs todos os dias ou é porque não faz nada ou porque seu trabalho necessita disso, eu fico com a segunda opção.

A maior discussão é sobre quem postou primeiro e para quem merece os créditos da fonte, recentemente houve uma discussão no blog do estalo, mais precisamente nesse artigo Um papo sobre o brief, tudo gerou em torno do Sta Sabendo ter enviado somentetrackbacks (sistema que digita a url e assim o autor do post saberá quem está usando seu artigo) e não ter posto “visivelmente” a referência, gerou incomodo ao Mauro Guerra, planner da Qualitas Brasil.

Pergunto-me até que ponto vale à pena discutir por isso sendo, em minha opinião, o mais importante a disseminação de conteúdos e debates sugeridos através de temas-centrais. É mais importante reverenciar o autor e esquecer-se do debate? Ou debater sobre um tema central utilizando um artigo somente como segundo plano?

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3 pensamentos em “Networking através de blogs

  1. Dá mesma forma que a internet “acabou” com o direito autoral de músicas, filmes, programas, por que não acabaria com o direito autoral de frases, idéias e textos? Perdeu-se o conceito do “quem disse” e nasce uma nova forma: “o que disse”. Para posteridade irá ficar o conteúdo e não mais a assinatura já que muitos vão se glorificar do feito.

  2. Difícil questão mesmo, mas se o blogueiro usou uma fonte expecífica para fundamentar seu post deve ter a hombridade de citar.

    Mas em tempos de twitter, assessorias diversas e afins, em que ninguém sabe de onde surge as informações mais vale o conteúdo que a assinatura.
    E o estilo/personalidade do textos devem ter valor também.

  3. A fonte sempre deve ser mencionada. Ou por citação ou por trackback, na minha opinião. Mas eu ecredito que se o conteúdo é bom e legítimo,ele tem um dono, um DNA que ultrapassa as citações.
    Você sabe quando um texto é de Veríssimo, ou quando uma crítica é de Jabor. Essa é minha opinião.

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