uiahuahua…

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Digital Signage. O quê?

Logo quando entrei aqui na CS Revue, mal conseguia pronunciar direito o nome da plataforma, mas como ainda não tinha pego um job disto para fazer, deixei para desvendar os mistérios deste meio quando fosse preciso. E, não é que aconteceu semana passada? Pois bem, como uma espécie de ajuda para mim, desenvolvi um texto com os beneficios de usar o Digital Signage. Segundo o Marlon Schluga, um dos proprietários da CS Revue, o tipping point será em 2011.

O texto fiz ontem, mas garanto que muita gente nem sabe ainda do que se trata. Tudo bem, eu também não sabia, mas já tinha visto várias telinhas disto por aí.

O modelo mais comum de digital signage

“Integrar vários meios em um só é uma tarefa árdua e praticamente utópica, mas as possibilidades de unir um meio ao outro tem cada vez mais diminuído as fronteiras. A utilização de digital signage tem se provado a cada dia como a melhor ferramenta para unir meios distintos e converter as pessoas para a marca. Marcas de alcance global tem cada vez mais optado por esta ferramenta devido as estratégias personalizadas que o DOOH (ou mais conhecido como digital out of home) pode oferecer.
A principal entre elas é o impacto que a marca causa ao target no momento em que ele mais precisa de entretenimento e, na maioria das vezes, chega através de infotainment (informação + entretenimento). Muito útil nos momentos de espera para o atendimento, seja este para consulta ao médico ou para uma mesa no bar, já que é possível segmentar conteúdos através dos públicos de cada setor. Mas, caso o conteúdo não seja aceito, não há necessidade de desespero, a troca de conteúdo é fácil. Viva a tecnologia. Através deste avanço digital que as interações com o usuário se tornaram real e a integração a outros meios, apenas um detalhe.
Conteúdos provenientes de várias plataformas podem se integrar ao digital signage e serem exibidos em grandes telas posicionadas estrategicamente para que o maior número de pessoas possam conferir a programação. Diferente da televisão, a programação pode ser alterada em questão de horas conforme as necessidades apareçam. Nem só de programação televisiva vive a digital signage, informações provenientes do rádio, de revista, de livros até das redes sociais são altamente adaptáveis àquela telinha que, se não for bem trabalhada, será sim, apenas uma telinha.
Caso isso não acontece, esta plataforma pode e deverá servir como espinha dorsal para qualquer estratégia de comunicação. Além do conteúdo já gerado para outros meios, é preferível que se acrescente assuntos não abordados nos outros meios dentro do digital signage, é uma boa vitrine para saber a reação do target perante o conteúdo ainda não explorado pela marca.
Por mais que a marca esteja presente na maioria dos formatos de comunicação e aproximação com o público, a probabilidade de uma pessoa ser impactada em todos os meios é bem baixa.
E, sabemos que os conteúdos se diferenciam entre os canais e esses podem ser unificados na plataforma de digital out of home devido a programação randômica e o poder de cobrir vários assuntos.”

 

Para saber mais sobre o poder e alcance do DOOH (e também o que a CS Revue tem feito por aí) acesse o post:
EnoxTV leva conteúdo digital para Bares.

 

 

 

 

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Todos queremos ser jovem.

Continuando o post sobre tendências, falarei um pouco sobre a utilidade prática de conhecê-las e interpretá-las.
Mas, isso será para um outro post quando terminar meu artigo.

Enquanto isso, assistam um ótimo documentário feito pela – também – ótima BOX1824, um instituto de pesquisa de tendências de comportamento e consumo focada no grupo de 18 a 24 anos. O bacana é a empresa ser lá do Rio Grande do Sul e ter projetos feitos para empresas do porte da Nike.

O título do documentário já revela tudo “We all want to be young” e faz uma reflexão do porque a geração Y,G, WE (ou qualquer outra momenclatura) se tornou o que é.

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Quem cria as tendências?

Não se assuste se o termo coolhunting virar lugar comum em vários textos de marketing, tendências, comunicação e principalmente na moda. Caso você não saiba, trata-se do profissional de pesquisa especialista em tendência, engano seu se pensar que as tendências (Por favor: antes de sair usando essa palavra por aí, saiba o que ela significa, a massificação da palavra tem me causado certos problemas toda vez que ouso falá-la ou usar quando refiro-me ao coolhunting) estão apenas ligada ao mundo da moda ou você acha que ninguém na tecnologia faz pesquisas para depois pô-las em prática? Viva a Apple, o iPod, o iPhone e principalmente o iPad. Tendência pura.

A única empresa de coolhunting em Curitiba.

Mas quem as cria? Como ela é criada (ou percebida)? Como ela é inserida na sociedade? Se as perguntas fossem fáceis de responder, meu artigo estava pronto e dormiria mais de oitos necessárias horas diárias de sono, deixando isso de lado, posso afimar algumas coisas – pelas experiências e textos lidos – que sempre será difícil responder a essas perguntas. É válido saber que algumas pessoas observam e apostam em algumas tendências de certos grupos sociais, mas não é sempre que isso ocorre,  pode e é normal acontecer de uma marca ou até um segmento impulsionar um direcionamento coletivo para mudar um comportamento cultural e então incluir um produto como necessidade para o novo hábito criado. Ainda não há uma discussão se isso é ético ou não e nem pretendo explorá-lo no artigo que estou escrevendo em parceria com Gabriela Kim.

Para os interessados na profissão de coolhunter ou na atividade coolhunting. Segue alguns sites que se dedicam a pesquisar as tendências e as coisas mais cool (com o perdão do trocadilho) que acontecem mundo afora.

A lista é aleatória, ou seja, não é um ranking sobre os melhores/piores sites de pesquisas qualitativas de tendências e não é e nem pretende ser definitiva. Se souber de mais algum, ajude-me a aumentar a lista.

WGSN

É a maior empresa privada especialista em coolhunting, porém é mais focada em moda, o que não impede de visitar o site já que marcas como Avon e O Boticário são clientes fiéis e seguem a risca os estudos concluídos na sede da WGSN, em Londres.

PFSK

Outra empresa enorme e mundial sobre pesquisa de tendências. É válido ler os relatórios sobre setores (bem distintos por sinal) que saem periodicamente, além de serem gratuitos, há versões impressas que podem ser compradas pelo eBay.

SpringWise

É tão conhecido como os já citados, se vendem como inspiradores globais de novas ideias.

The Cool Hunter

Além da baba de conseguir o nome dado ao profissional, o site é top-of-mind quando falamos sobre tendências e o que aparece por lá se propaga com rapidez por blogs mundo afora.

Trend Watching

Tendências de consumo, assim que eles se definem no about, é bem válido entrar, pelo menos uma vez por semana.

PicoCool

Esse eu não conhecia, mas foi só colocar algumas palavrinhas no google que apareceu, vou deixá-lo aqui para comentar depois. O layout é lindo.

TrendSpotting

Pesquisas de tendências de mercado, não é nada diferente das já mencionadas. A indicação é boa.

The WWD

Importante e influente site sobre moda. O nome (completo) já diz tudo:The Womens Wear Daily.

Cool Hunting

O layout é bem bacana e os assuntos bem variados.

Like Cool

O ícone de palhaço já é bem conhecido, assim como o próprio site

My Cool

Site sobre novidades em diversos setores, isso não significa assuntos inéditos ou exclusivos. Em português.

A Criação

Portal sobre tendências, o diferencial é o layout e o idioma, em português.

The Uncoolhunter

Na contramão de tudo isto está este site, que revela o que não é cool e nem tendência, mesmo não fazendo bem ao olhos (pelo layout) é ótimo dar uma passadinha por lá.

Soma in Kinderland

Deixei para terminar com este blog. É alimentado pelas meninas da Berlin (vide imagem no inicio do post) e fiquei sabendo que a empresa de tendências + inovações surgiu a partir dele, mesmo não sendo atualizado diariamente, o conteúdo é bem válido.

Trend Hunter

Opa, disse que deixaria o Soma por último, mas o Trend Hunter é o pai de todos os sites, tanto que fez essa lista para atender todas as tendências por segmento, mas engana quem acredita que eles são egoístas, a lista contempla somente outros sites fora do Trend Hunter. É bem mais que válido entrar todos os dias ou ao menos uma vez por semana.

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Processo interno de agências.

Ultimamente tenho falado muito de processo, por não ter nenhum software (como o Publi) em meu computador, fico aleatório em muitos dos processos que acontecem na agência. Até aí sem problema, mas quando o planner se envolve, é necessário que ele tenha controle, afinal, não é só o nome na ficha técnica que importa.

A questão não é ter ou não o Publi, foi só um exemplo, o essencial era ter um software como o Publi para os procesos do planejamento (caso tenha, desconsidere a ignorância e avisem-me por comentário) quando eles estão em andamento. Não adianta criarmos um nosso se ninguém o respeita e nem ao menos tenta ver/saber do que se trata. É complicada a situação.

Outra coisa errada é o atendimento escrever o brief, se na teoria é o planner quem faz as escolhas através de estudos e constatações, por qual motivo é o atendimento quem escreve? Nunca entendi.

O ideal, segundo a ótima Amanda Felício, diretora de planejamento da Leo Burnett Brasil, o ideal era acontecer o processo abaixo:

Processo interno de agências publicitários, proposto por Amanda Felício (Diretora de planejamento da Leo Burnett Brasil)

Na agência que está, faz isso? Parabéns, sinta-se um privilegiado.

Agora se onde trabalha, não tem setores de planejamento e/ou de mídia, é a hora de nomear algumas pessoas como estratégistas e melhorar o seu rendimento, tanto criativo como financeiro.

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Diferenças planejamentárias

Okay, a palavra planejamentária é esquisita e não sei se ela existe ou é aceita pelos lexicográfos, mas é um bom adjetivo para expor – já em primeiro modo – como Curitiba tem muito a crescer nos setores de planejamento.

Segundo Rapha Barreto (DPZ) a foto exemplifica o que faz um planner.

Posso até ter uma experiência mínima (pouco mais de um ano) como planner e até ser um pouco afobado em querer construir algo grande para clientes micro – ou seriam aqueles que (ainda) não dão dinheiro a agência? – porém é a vontade de profissionalizar (e me firmar também como profissional) uma área que pode e deve diferenciar player a player.

Como já é de conhecimento, estou fazendo o curso de planejamento estratégico da Lemon School, não tenho críticas quanto a ele. Por sinal é ótimo, altamente recomendado. Apenas lamento que os profissionais paranaenses ainda estarem no inicio do processo do respeitar o processo planejamentário, hehehe. Em São Paulo tudo parece funcionar e além dos prazos que por aqui parecem uma imensidão, já falam sobre analisar estudo de tendências, fazer pesquisas que duram mais de um mês e ainda sobre uma construção de marcas feitas através de argumentos e não “feelings estratégicos” – algo que para mim não existe. É puro achismo.

Certa vez vi uma conceituação sobre o que faz o planejamento e era perfeita, mas uma realidade tão distante da curitibana que ao ler, abriu meu olho e disse, para mim mesmo, que no momento em que pudesse fazer todos os tópicos da descrição seria alguém grande e respeitado por aqui, tentei seguir, mas fui barrado sob o argumento de “Isso leva muito tempo e o cliente nem precisa disso tudo”, não lembro ao certo o que dizia, era mais ou menos assim “O planejador tem a função de conhecer a fundo o cliente, o público do cliente, recolher todas as informações necessárias, fazer um caldeirão e tirar o principal ingrediente (traduzido para INSIGHT) e então escrever um brief para o pessoal da criação, de modo objetivo e claro”. E ai? Posso iniciar o job?

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Planejamento na Lemon School

Enfim. Dei inicio ao curso que estou há mais de 2 anos pra começar.
A ansiedade era alta, a expectativa enorme. Principalmente depois que a Valquiria Porto, uma das sócias da Lemon e minha primeira chefe, disse que conseguiu trazer pessoas como Rita Almeida e, praticamente, peguei a melhor seleção de professores desde o inicio do curso.

A primeira (e única, por enquanto) aula foi com a Isabella Mulholland, diretora de planejamento da Loducca.Mpm, mas com passagens por muitas agências (também) bacanas. De todas as lições que tivemos, a que tive mais certeza foi a perda de tempo que tive ao ter aula, na graduação, de planejamento com umzinho aí (não vou dizer o nome, não aqui, ao menos) as 5 horas de sábado valeram bem mais que as 80 do semestre passado.

A Bella, como gosta de ser chamada a Isabella Mulholland, reacendeu em mim a vontade de estudar e trabalhar com planejamento. Agora é esperar a próxima aula de sábado e ver se a chama continua acessa.

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Se tudo fosse como nos livros

Há mais de um mês escrevi isso em um dos meus cadernos aleatórios:

Shopping fail

Em um período menor de um ano, todos os sites dos maiores shoppings de Curitiba mudaram seus layouts, alguns, os chamados “endinheirados” incrementaram seus conteúdos, ou deveria dizer “criaram a categoria noticias”? De maneira nenhuma eles estão errado, mas fazer o mesmo é se diferenciar?
A pergunta parece de resposta rápida e óbvia, mas não aparenta ser para o marketing dos grandes shoppings da capital do Paraná. Os layouts são parecidos, os conteúdos muito mais, se não bastasse isso e ainda todas as lojas estarem em todos os shoppings, ao entrar em um site pareço estar em todos, se não fosse as cores da logo, eu entraria em um shopping pensando navegar em outro.
Aqueles que possuem um blog, mais parecem brincar de diário virtual, raramente atualizado e com qualquer linguagem, o conteúdo é fraco e aleatório. Além dos blogs caseiros, os sistema de busca das lojas são todos iguais. Os outros links são praticamente imperceptíveis, nem por uma questão de conteúdo (ou seria aquilo que está escrito?) ser idêntico, mas pelo não aproveitamento de um espaço que pode ser um canal de interação entre o shopping e seus consumidores.
O pior não é ser igual, esses ainda são medianos, pior é aquele que tenta, mas está longe de ser bom, diferente até é. Canal de comunicação digital tem de ser interativo e com qualidade de conteúdo sem contar, ainda, de um respeito com o consumidor, é ele o público que precisa saber o que, porque e como procurar o que deseja, ou seja, confiar no shopping e tê-lo como guia de compras e lazer.

E tudo continua na mesma.

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Aplaudindo o verão – Havaianas

Quem me conhece sabe muito bem que tenho certa paixão por flashmobs, para mim esse tipo de ação continua sendo sempre comentada e vista, já que não é fácil reunir tanta gente em prol de uma marca, mesmo que para isso se ganha um cachê.

Quando uns já estavam desacreditado da ação, eis que surge Havaianas com uma simples ação cujo objetivo é “Aplaudir o verão”. Milhares de pessoas se reuniram anteontem (21) a tarde em Copacabana para realizar o flashmob. Quem não sabia de nada ficou surpreendido e mesmo quem já sabia, achou bacana participar da ação.

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Movimento No Pants em Curitiba.

O primeiro evento do No Pants Day no Brasil, aconteceu em São Paulo no mês de Abril, o objetivo é dar “liberdade de expressão” a todos e por isso ficar sem calça. Ao todo foram confirmadas 520 pessoas sem calça no evento em Sampa e muitos veículos cobriram o evento.

Agora acontece aqui em Curitiba, é Sábado dia 28/11.
Confira o teaser abaixo.

O concentração para o flashmob acontecerá no dia 28/11, em Curitiba, na Praça Santos Andrade às 15 horas e a regra é simples: tirar as calças e se divertir com bom humor e bom senso.

O evento está precisando do apoio de veículos de comunicação, interessados é só comparecer na data e no local determinado, eu vou cobrir o movimento com fotos e videos.

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